Avaliação Econômica de Empresas Negócios e Projetos (NBR 14653-4) - SETAPE

Avaliações econômicas de empresas, negócios e projetos (NBR 14653-4)

Ao realizar Avaliações Econômicas de Empresas, negócios e projetos com a Setape, você está assegurando que a avaliação de sua empresa será feita de forma correta e precisa.

Por que fazer uma Avaliação Econômica de Empresas?

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Existem inúmeras situações em que é necessária uma avaliação econômica. Entre as mais comuns, podemos citar:

  • Compra e venda de empresas: determinação do preço pelo qual uma entidade é vendida ou comprada;
  • Cisões: determinação do valor das partes de uma entidade que precisa ser desmembrada por razões estratégicas, de mercado, regulatórias, societárias etc.
  • Saída de sócio/Venda de participação: determinação do valor da parte retirante;
  • Entrada de sócio/Compra de participação: determinação do valor de entrada do novo sócio e da sua participação acionária;
  • Garantia: determinação do valor de ações/quotas dadas como garantia em operações de crédito.

Essas avaliações refletem o valor da participação de um determinado sócio ou grupos de sócios, em uma determinada empresa, em um determinado momento específico de mercado. Diferentemente de avaliações a valor justo, que refletem a visão do mercado, avaliações econômicas refletem os vieses do comprador ou vendedor, conforme o caso.

Qual é a base normativa para a avaliação a valor justo?

Como a maioria dos laudos de avaliação econômica são usados como balizadores de negociação entre partes, não existe uma norma específica que tenha de ser observada na sua elaboração.

O guia de melhores práticas existente no Brasil é a NBR 14653-4 Avaliação de bens Parte 4: Empreendimentos, publicado pela ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

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Como é elaborada uma avaliação econômica?

Existem três abordagens diferentes para se avaliar uma empresa. Abaixo apresentamos uma breve descrição dessas metodologias.

  • Abordagem de Custo: Avalia a empresa por meio de seu patrimônio líquido ajustado a preços de mercado.

Como o valor dos ativos intangíveis não está refletido no patrimônio líquido da maioria das empresas, essa metodologia tende a subavaliá-las e não é usada na prática.

  • Abordagem de Mercado: Compara, de forma indireta, o valor de empresas semelhantes à empresa avaliada. É conhecido como “método de múltiplos”.

Primeiramente, faz-se um levantamento de um grupo de empresas semelhantes (mesmos setores, mesmos mercados) cujo valor seja conhecido, seja porque são negociadas em bolsa de valores, seja porque foram transacionadas recentemente por um valor conhecido publicamente. Em seguida, faz-se uma análise estatística, comparando o valor de cada uma dessas com seus respectivos indicadores financeiros (ex.: valor ¸ receita líquida, valor ¸ EBITDA, valor ¸ lucro líquido etc.) determinando os múltiplos típicos do grupo de referência. Finalmente, multiplica-se esses múltiplos pelos indicadores da empresa avaliada, chegando assim ao seu valor.

  • Abordagem de Receita (ou da Renda): Avaliam a empresa pelo valor presente (descontado) de seu fluxo de caixa futuro esperado.

Segundo essa metodologia, o valor da empresa corresponde ao valor atual do seu fluxo de caixa operacional livre projetado, descontado a taxas que reflitam adequadamente a remuneração real esperada por seus provedores de capital, em função do risco associado ao ramo de atividade e à própria empresa avaliada.

Entende-se por fluxo de caixa operacional livre projetado os recursos líquidos gerados pelas operações da empresa para distribuição a seus provedores de capital (acionistas, debenturistas, credores de empréstimos de longo prazo e outros componentes da estrutura de capitais da empresa).

A aplicação do método requer a determinação de três componentes principais:

  • o Fluxo de Caixa Operacional Livre Projetado, determinado a partir de um modelo de simulação aplicável à empresa. Esse modelo leva em conta as variáveis de natureza econômico-financeira que têm o maior impacto na formação dos fluxos de caixa futuros da empresa;
  • o Valor Residual, que é o valor da empresa no final do período em análise;
  • a Taxa de Desconto, utilizada para calcular o valor presente do fluxo de caixa futuro e do valor residual. Essa taxa é usualmente determinada pelo método internacionalmente aceito do Custo Médio Ponderado do Capital (Weighted Average Cost of Capital – WACC) que calcula, proporcionalmente à participação na estrutura de capitais da empresa, o custo de oportunidade dos acionistas e o custo de capital de terceiros.

Normas Técnicas

As avaliações da Setape são sempre realizadas com estrita observância de todas as diretrizes fixadas pelas Normas da A.B.N.T. – Associação Brasileira de Normas Técnicas e do Ibape Nacional – Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia

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